Relato de caso: uso de insulina glargina no tratamento da cetoacidose diabética
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Resumo
A cetoacidose diabética (CAD), principal complicação da diabetes mellitus, combina hiperglicemia, acidose metabólica e cetose com cetonúria, promovendo sinais como anorexia, fraqueza, dor e taquipneia, devido ao aumento na concentração de corpos cetônicos circulantes. Desse modo, o prognóstico é reservado e o diagnóstico é realizado associando-se à mensuração sanguínea de β-hidroxibutirato e hemogasometria. O tratamento é realizado através de fluidoterapia e insulinoterapia, visando diminuir a glicemia e a concentração de corpos cetônicos, além de restabelecer o equilíbrio hidroeletrolítico/ácidobase. Assim, o presente trabalho tem como objetivo relatar um caso de um canino diabético, atendido em quadro de cetoacidose, que teve a sua conduta terapêutica baseada no uso de insulina glargina.
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