Uso de modalidades de imagem post mortem na detecção de neoplasia prostática canina e suas complicações: relato de caso

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C. O. Baroni
C. Muramoto
B. Ferrante
I. A. Santos
R. N. P. N. Santos
A. C. B. C. Fonseca Pinto

Resumo

Dentre as neoplasias prostáticas malignas em cães destaca-se o carcinoma prostático, tumor altamente invasivo, de prognóstico desfavorável, cuja prevalência em cães castrados é semelhante ou superior a de animais inteiros. Os sinais clínicos geralmente são observados na fase avançada da doença e incluem perda de peso, letargia, claudicação ou fraqueza de membros pélvicos, tenesmo, incontinência urinária e fecal, dores lombares, e nos casos mais graves, metástases ósseas. A osteopatia hipertrófica é uma síndrome paraneoplásica associada a nódulos intra ou extratorácicos que, apesar de ocorrer em casos de metástases pulmonares, ainda não tinha sido descrita associada a carcinoma prostático em cão. Este relato traz detalhes dos exames ultrassonográficos post mortem (USPM) e da tomografia computadorizada post mortem (TCPM) de um paciente com neoplasia prostática maligna e osteopatia hipertrófica associada à metástase pulmonar e em corpo vertebral.

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Seção
VII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM VETERINÁRIO (SINDIV)